Meio Ambiente de Fartura avalia condições das árvores do "Jardinzinho"


Árvores do "Jardinzinho" foram avaliadas

A Coordenadoria de Agricultura e Meio Ambiente de Fartura informa aos moradores que já está realizando avaliação nas árvores da Praça Tenente Casemiro "Jardinzinho", após solicitação da Coordenadoria do Turismo. O trabalho visa dar segurança aos moradores que transitam pela praça, já que algumas trazem riscos de queda.

De acordo com a engenheira ambiental, Nanúbia Barreto, para toda solicitação de avaliação de árvore é analisado principalmente o estado fitossanitário - causado pelo ataque de pragas e doenças -, além de avaliar se as espécies são adequadas para o local, possuem crescimento deficiente causado pelo plantio errado e possíveis riscos.

“Em alguns casos, também há necessidade de avaliar o grau da interferência da árvore na rede elétrica, hidráulica e em edificações existentes, e a falta de alternativa técnica para a implantação de projetos de edificações”, frisa Nanúbia.

A partir de duas vistorias já realizadas, o setor constatou a necessidade de uma intervenção para supressão e retirada de palmeiras e demais plantas que já se encontram mortas, dentre elas, uma Chuva de Ouro (Cassia Fistula) e duas Palmeiras Imperiais (Roystonea oleracea) com tronco preso em outras árvores.

Foram identificadas outras espécies, como Caneleiras, com alto grau de comprometimento fitossanitário, que podem apresentar risco de queda de galhos em um temporal.

A coordenadoria promove, ainda, um trabalho de replantio das árvores que necessitam de supressão. Para o caso das palmeiras, pretende-se realizar a substituição por brotos que nasceram na própria praça. Já no caso das Caneleiras, será realizada a remoção da parcela comprometida, visando permitir o desenvolvimento apenas dos brotos que se encontram saudáveis.

Engenheira Nanúbia Barreto esteve no "Jardinzinho"
“As vistorias também permitiram identificar a necessidade de limpeza de algumas plantas, com a remoção de galhos e folhas secas e novos brotos das palmeiras, as quais sugam energia e não permitem o bom desenvolvimento delas”, esclarece a engenheira ambiental da Prefeitura.